{"id":852,"date":"2017-06-29T15:21:44","date_gmt":"2017-06-29T15:21:44","guid":{"rendered":"http:\/\/naid.ese.ipp.pt\/?page_id=852"},"modified":"2019-02-11T12:08:10","modified_gmt":"2019-02-11T12:08:10","slug":"musicografia-braille","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/?page_id=852","title":{"rendered":"Musicografia Braille"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Screenshot_1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2934\" width=\"335\" height=\"329\" srcset=\"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Screenshot_1.png 457w, https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Screenshot_1-300x295.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 335px) 100vw, 335px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A inclus\u00e3o \u00e9 um conceito vasto, at\u00e9 pol\u00e9mico, mas que tem vindo gradualmente a assumir um significado especial no que toca \u00e0 participa\u00e7\u00e3o de alunos com defici\u00eancia no ensino superior. O surgimento de um novo paradigma associado a novas pol\u00edticas, mais inclusivas, e \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, tem levado ao aparecimento de centros de apoio ou estruturas especializadas para a integra\u00e7\u00e3o\/inclus\u00e3o destes alunos nas diversas universidades e polit\u00e9cnicos.<\/p>\n\n\n\n<p>O Instituto Polit\u00e9cnico do Porto foi uma das primeiras institui\u00e7\u00f5es de ensino superior (IES) a responder a esse desafio e sempre assumiu uma posi\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel de acompanhamento dos alunos com necessidades especiais, marcada por uma constante preocupa\u00e7\u00e3o em facilitar os seus processos de integra\u00e7\u00e3o na institui\u00e7\u00e3o, quer do ponto de vista humano, quer do ponto de vista t\u00e9cnico e socioecon\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s do seu N\u00facleo de Apoio \u00e0 Inclus\u00e3o Digital, instalado na Escola Superior de Educa\u00e7\u00e3o (ESE) vem, desde 2005, desenvolvendo atividades espec\u00edficas de apoio ao sucesso educativo de diversos alunos com defici\u00eancia, aproveitando os seus recursos para tamb\u00e9m desenvolver diversos tipos de atividades de forma\u00e7\u00e3o, e investiga\u00e7\u00e3o na \u00e1rea das tecnologias de apoio. Por ele j\u00e1 passaram v\u00e1rias centenas de alunos, formandos, pessoas com defici\u00eancia, docentes de educa\u00e7\u00e3o especial, terapeutas e profissionais das mais diversas \u00e1reas, na procura de um melhor conhecimento e compreens\u00e3o de todos os aspetos relacionados com tecnologias de apoio, apenas poss\u00edvel num centro bem equipado como este.<\/p>\n\n\n\n<p>O facto de ter desenvolvido as suas atividades desde o in\u00edcio com pessoas cegas, fez tamb\u00e9m com que se tornasse um centro de refer\u00eancia no que diz respeito a forma\u00e7\u00e3o e treino em tiflotecnologia (tecnologia para cegos), bastante conhecido junto da comunidade relacionada com a defici\u00eancia visual e da pr\u00f3pria associa\u00e7\u00e3o (ACAPO) com a qual possui protocolos de coopera\u00e7\u00e3o. Durante os \u00faltimos dez anos foram feitos v\u00e1rios cursos de acesso ao computador para pessoas cegas, realizadas diversas a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o em Braille para os nossos alunos da forma\u00e7\u00e3o inicial (com possibilidade de cerifica\u00e7\u00e3o para efeitos de suplemento ao diploma) e, como n\u00e3o podia deixar de ser, desenvolvido muito trabalho de adapta\u00e7\u00e3o de recursos para alunos cegos do IPP.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi feito o acompanhamento da nossa aluna S\u00edlvia durante todo o tempo da sua licenciatura em Educa\u00e7\u00e3o Social, que obrigou a processos intensivos de digitaliza\u00e7\u00e3o de textos e materiais entregues pelos professores, com transcri\u00e7\u00e3o e impress\u00e3o em braille ou passagem a formatos compat\u00edveis com o software de leitor de ecr\u00e3 (Jaws), para que pudessem ser lidos em computador. Tem tamb\u00e9m vindo a ser apoiado um outro aluno do ISCAP (Tiago) em articula\u00e7\u00e3o com a respons\u00e1vel pela biblioteca, por forma a garantir que todos os recursos s\u00e3o acess\u00edveis. \u00c9 um trabalho cont\u00ednuo, que, para al\u00e9m de equipamento e consum\u00edveis, exige aten\u00e7\u00e3o e dedica\u00e7\u00e3o e sobretudo a mobiliza\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias espec\u00edficas para trabalhar com recursos ainda mais espec\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p>A chegada, neste ano letivo de 2005\/2016, de mais dois alunos cegos para licenciaturas do Polit\u00e9cnico, mas desta vez para a \u00e1rea da m\u00fasica despoletou, no entanto, um conjunto de necessidades que at\u00e9 agora ainda n\u00e3o se tinham colocado, apesar de j\u00e1 termos tido, h\u00e1 cerca de 15 anos atr\u00e1s, uma experi\u00eancia com um aluno de na m\u00fasica.<br>Essas necessidades t\u00eam sido objeto de uma aten\u00e7\u00e3o especial por parte de todas as entidades envolvidas, presid\u00eancia da escola, diretores de curso, docentes, gabinete de apoio ao estudante, SASIPP, e NAID e motivaram a elabora\u00e7\u00e3o de um plano\/projeto que poder\u00e1 vir a ser um elemento catalisador de diversas sinergias e permitir, para al\u00e9m de uma significativa economia de escala, o lan\u00e7amento de um conjunto de atividades que v\u00e3o ao encontro da verdadeira miss\u00e3o do IPP.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse projeto passa pela cria\u00e7\u00e3o de uma estrutura t\u00e9cnica dedicada exclusivamente a todas as quest\u00f5es que estejam ligadas direta ou indiretamente \u00e0 musicografia braille e ao seu ensino, na depend\u00eancia do N\u00facleo de Apoio a Inclus\u00e3o Digital. Essa estrutura dever\u00e1 dispor de meios f\u00edsicos (equipamentos, software, instala\u00e7\u00f5es) e humanos (docentes, tiflot\u00e9cnicos, estagi\u00e1rios, ou meros volunt\u00e1rios) e pretende assumir-se como um centro de refer\u00eancia a n\u00edvel nacional, mas com capacidade de intervir em contextos e programas internacionais ligados \u00e0 problem\u00e1tica dos cegos e mais especificamente do ensino de m\u00fasica a cegos atrav\u00e9s do Braille.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/Braillemusicsummary.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-2940\" width=\"394\" height=\"513\"\/><figcaption> <br>O C\u00f3digo musical Braille (por vezes notado apenas com Braille music ou musicografia Braille), \u00e9 um c\u00f3digo Braille dedicado exclusivamente \u00e0 nota\u00e7\u00e3o musical. Este c\u00f3digo permite ao cegos, definir a nota\u00e7\u00e3o universalmente, do mesmo modo que o fazemos na pertitura,&nbsp; atrav\u00e9s das marca\u00e7\u00f5es de c\u00e9lulas com ponto em alto relevo, caracter\u00edstico do Braille. Permite ao m\u00fasico cego ensinar, compor, interpretar e aprender atrav\u00e9s de uma nota\u00e7\u00e3o padr\u00e3o. O sistema muscial Braille foi desenvolvido inicialmente por Louis Braille no s\u00e9culo 19. \u00c9 uma \u00e1rea do estudo da m\u00fasica que est\u00e1 focada em prover o acesso de deficientes visuais e pessoas de vis\u00e3o reduzida ao material musical escrito em tinta atrav\u00e9s do sistema de grafia Braille. <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n<ul>\n<li>BONILHA, F.F.G. Leitura musical na ponta dos dedos: caminhos e desafios doensino de musicografia braille na perspectiva de alunos e professores. 2006. 226 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em M\u00fasica) \u2013 Instituto de Artes, Universidade Estadual de Campinas, 2006.<\/li>\n<li>GOLDSTEIN, D. Learning and teaching Braille music: resources, explanations and pointers for student and teacher. National Resource Center for Blind Musicians. Dispon\u00edvel em: htttp:\/\/www.blindmusicstudent.org\/Articles\/learning_teaching.htm.<\/li>\n<li>GOLDSTEIN, D. Music Pedagogy for the Blind. National Resource Center for Blind Musicians. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.blindmusicstudent.org\/Articles\/lettsart.htm<\/li>\n<li>SILVA, J.F. O Braille e a musicografia: origens, evolu\u00e7\u00e3o e actualidade. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.lerparaver.com\/node\/208. Acesso em: 13 jun. 2007. S\u00e3o Paulo (Estado).<\/li>\n<li>TOM\u00c9, D. Musicografia Braille: instrumento de inser\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o profissional. Revista Benjamin Constant, Rio de Janeiro, n. 36. Dispon\u00edvel em:http:\/\/www.ibc.gov.br\/?catid=4&amp;itemid=10061#conteudo \u2013 UNI\u00c3O MUNDIAL DOS CEGOS. Subcomit\u00ea de Musicografia Braille. Novo manual internacional de musicografia braille. Bras\u00edlia: Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Especial, 2004. 310p<\/li>\n<li>BELARMINO, J. As novas tecnologias e a \u201cdesbrailiza\u00e7\u00e3o\u201d: mito ou realidade? In: SEMIN\u00c1RIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS BRAILLE, SENABRAILLE, 2., 2001, Jo\u00e3o Pessoa. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/intervox.nce.ufrj.br\/~joana\/textos\/ tecni08.html&gt;. Acesso em: 10 maio 2005.<\/li>\n<li>BELIN, P.; GOUGOUX, F.; LEPORE, F.; LASSONDE, M.; VOSS, P.; ZATORRE, R. J. Pitch discrimination in the early blind. Nature, v. 430, n. 6997, p. 309, July 2004.<\/li>\n<li>BOYER, A. S. Identification of characters with shared representations: decoding musical and literary Braille. 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Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado).Instituto de Artes, Universidade Estadual Paulista, 2003.<\/li>\n<li>L\u00dcDKE, M.; ANDR\u00c9, M. E. Pesquisa em educa\u00e7\u00e3o: abordagens qualitativas. S\u00e3o Paulo: EPU \u2013 Editora Pedag\u00f3gica e Universit\u00e1ria, 1986.MACLEOD, V. The teaching of music to primary children in schools for the visually handicapped compared with mainstream schools. The British Journal of Visual Impairment, v. 3. Autumn, 1988. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.visugate.biz\/bjvi\/1987\/autumn1987.html#Japanese&gt;. Acesso em: 2 nov. 2005.<\/li>\n<li>MANTOAN, M. T. E. (Org.) Caminhos pedag\u00f3gicos da inclus\u00e3o: como estamos implantando a educa\u00e7\u00e3o (de qualidade) para todos nas escolas brasileiras. S\u00e3o Paulo: Memnon, 2001. 243 p.<\/li>\n<li>MANTOAN, M. T. E. Inclus\u00e3o escolar \u2013 o que \u00e9? Por qu\u00ea? Como fazer? S\u00e3o Paulo: Moderna, 2003.<\/li>\n<li>MANTOAN, M. T. E. 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