{"id":440,"date":"2017-06-27T09:24:10","date_gmt":"2017-06-27T09:24:10","guid":{"rendered":"http:\/\/naid.ese.ipp.pt\/?page_id=440"},"modified":"2018-05-29T21:06:14","modified_gmt":"2018-05-29T21:06:14","slug":"modelo-formativo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/?page_id=440","title":{"rendered":"Modelo Formativo"},"content":{"rendered":"<div class=\"page-content\">\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o HEART, cujo acr\u00f3nimo significa <strong>Horizontal European Activities in Rehabilitation Technology<\/strong>, surgiu no \u00e2mbito do programa europeu <strong>Technology Initiative for Disabled and Elderly People<\/strong> que tinha como pressuposto analisar o conhecimento dos profissionais acerca da utiliza\u00e7\u00e3o dos produtos de apoio. Segundo esta perspetiva, os PA t\u00eam em considera\u00e7\u00e3o tr\u00eas \u00e1reas, a saber: as componentes t\u00e9cnicas, humanas e socioecon\u00f3micas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-443 aligncenter\" src=\"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/HEART-300x298.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"298\" srcset=\"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/HEART-300x298.png 300w, https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/HEART-150x150.png 150w, https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/HEART.png 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>A perspetiva do modelo HEART ser\u00e1 vantajosa em contextos acad\u00e9micos, porque adota uma vis\u00e3o ecol\u00f3gica inclusiva do\u00a0 processo, ao analisar, n\u00e3o s\u00f3 as limita\u00e7\u00f5es impostas pela defici\u00eancia, mas tamb\u00e9m as barreiras do meio. O modelo HEART foi originalmente desenvolvido para a forma\u00e7\u00e3o de profissionais em TA, no \u00e2mbito do <strong>Programa TIDE da Uni\u00e3o Europeia<a name=\"_ftnref1\"><\/a><a href=\"http:\/\/inclusao.ese.ipp.pt\/index.php\/tec-de-apoio\/classificacao-das-ta\/modelo-heart#_ftn1\">[1]<\/a><\/strong>. O conhecimento aprofundado sobre o uso das tecnologias de apoio pressup\u00f5e, por um lado, a compreens\u00e3o dos seus aspectos mais t\u00e9cnicos (<em>componentes t\u00e9cnicas<\/em>), e por outro um conhecimento profundo do ser humano que utilizar\u00e1 a tecnologia (<em>componentes humanas<\/em>) assim como das necessidades apresentadas pelo ambiente f\u00edsico e econ\u00f3mico em que este se insere (<em>componentes socioecon\u00f3micas<\/em>).<\/p>\n<p>A maior parte dos t\u00f3picos relacionados com as tecnologias de apoio inserem-se num destes temas (ex: a mobilidade atrav\u00e9s da cadeira de rodas el\u00e9ctrica insere-se sem d\u00favida na \u00e1rea da mobilidade). No entanto, existem alguns t\u00f3picos cuja inclus\u00e3o numa ou noutra \u00e1rea pode ser um tanto ou quanto arbitr\u00e1ria. Assim \u00e9 o caso por exemplo do t\u00f3pico <em>\u201cposicionamento\u201d<\/em> que est\u00e1 classificado dentro da \u00e1rea da <em>mobilidade<\/em>, dada a sua clara import\u00e2ncia como pr\u00e9-requisito no estudo das ajudas para a mobilidade. O conhecimento sobre este assunto, est\u00e1 muitas vezes ligado a aspectos puros da mobilidade. No entanto o \u201c<em>posicionamento\u201d<\/em> \u00e9 tamb\u00e9m um pr\u00e9-requisito para muitas actividades de <em>comunica\u00e7\u00e3o<\/em>, tais como o <em>acesso a computadores<\/em> ou a tarefas de <em>manipula\u00e7\u00e3o<\/em> como por exemplo, <em>as actividades da vida di\u00e1ria<\/em>. Nestes casos temos uma abordagem pragm\u00e1tica: esses t\u00f3picos s\u00e3o classificados dentro dos temas onde habitualmente s\u00e3o analisados com maior profundidade.<\/p>\n<p>Nas <em>componentes t\u00e9cnicas<\/em>, quatro \u00e1reas principais de forma\u00e7\u00e3o s\u00e3o identificadas, com igual import\u00e2ncia.Estas \u00e1reas n\u00e3o s\u00e3o obviamente estanques e, por exemplo, pessoas com defici\u00eancias neuromotoras graves (ex. portadores de paralisia cerebral, pessoas com doen\u00e7as neurol\u00f3gicas progressivas, etc.) poder\u00e3o ter as suas capacidades afectadas, em maior ou menor grau, em pelo menos tr\u00eas das \u00e1reas anteriormente consideradas (ex., nas \u00e1reas da mobilidade, da comunica\u00e7\u00e3o e da manipula\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p><strong>1-Componentes T\u00e9cnicas<\/strong>Consideram os recursos t\u00e9cnicos para o exerc\u00edcio de diferentes actividades.<\/p>\n<ol>\n<li>Comunica\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Mobilidade<\/li>\n<li>Manipula\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Orienta\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>2-Componentes Humanas<\/strong>Consideram os impactos causados no ser humano pela defici\u00eancia.<\/p>\n<ol>\n<li>T\u00f3picos sobre a defici\u00eancia<\/li>\n<li>Aceita\u00e7\u00e3o da Ajuda T\u00e9cnica<\/li>\n<li>Selec\u00e7\u00e3o da Ajuda T\u00e9cnica<\/li>\n<li>Aconselhamento sobre as Ajudas T\u00e9cnicas<\/li>\n<li>Assist\u00eancia Pessoal<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>3-Componentes S\u00f3cio-econ\u00f3micas<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Consideram as rela\u00e7\u00f5es, interac\u00e7\u00f5es e impactos que podem ser estabelecidos entre o usu\u00e1rio final da TA e realidades do seu contexto.<\/p>\n<ol>\n<li>No\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de Ajudas T\u00e9cnicas<\/li>\n<li>No\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas do Desenho Universal<\/li>\n<li>Emprego<\/li>\n<li>Presta\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os<\/li>\n<li>Normaliza\u00e7\u00e3o\/Qualidade<\/li>\n<li>Legisla\u00e7\u00e3o\/Economia<\/li>\n<li>Recursos de Informa\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ol>\n<p><a name=\"_ftn1\"><\/a><a href=\"http:\/\/inclusao.ese.ipp.pt\/index.php\/tec-de-apoio\/classificacao-das-ta\/modelo-heart#_ftnref1\">[1]<\/a>Educa\u00e7\u00e3o em Tecnologias de Apoio para Utilizadores Finais \u2013 Linhas de Orienta\u00e7\u00e3o para Formadores \u2013\u00a0 COMMISS\u00c3O EUROPEIA DG XIII \u2013 Programa de Aplica\u00e7\u00f5es Telem\u00e1ticas \u2013\u00a0 Sector Deficientes e Idosos \u2013 Projecto DE 3402 \/ EUSTAT\u00a0 Deliverable D06.3<\/p>\n<h4><strong>Comunica\u00e7\u00e3o <\/strong><\/h4>\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 a capacidade de gerar, emitir, receber e compreender mensagens, interagindo com outros indiv\u00edduos, na sua presen\u00e7a ou \u00e0 dist\u00e2ncia, num particular contexto social. \u00c9 um processo complexo de transfer\u00eancia de informa\u00e7\u00e3o usado por pessoas para influenciar o comportamento de outras.. Implica a transmiss\u00e3o de mensagens (pensamentos e sentimentos, ideias e desejos) de uma pessoa para outra, cujos participantes se influenciam mutuamente, durante este processo. As capacidades comunicativas s\u00e3o cr\u00edticas no desenvolvimento e manuten\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais, na aprendizagem do viver em comunidade, e para a satisfa\u00e7\u00e3o em geral de quase todas as necessidades humanas. Por isso, a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo cont\u00ednuo que ocorre ao longo de todas as actividades di\u00e1rias.<\/p>\n<p>Muitas das pessoas com dificuldades de comunica\u00e7\u00e3o, podem n\u00e3o conseguir comunicar com efic\u00e1cia utilizando os meios de comunica\u00e7\u00e3o humanos, mais naturais. Nestes casos as tecnologias de apoio podem permitir a essas pessoas comunicar com compet\u00eancia. Desenvolvimentos tecnol\u00f3gicos recentes em \u00e1reas tais como telecomunica\u00e7\u00f5es, inform\u00e1tica e electr\u00f3nica, possibilitaram um n\u00famero enorme de aplica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, que podem ser \u00fateis para resolver ou ultrapassar as limita\u00e7\u00f5es funcionais na comunica\u00e7\u00e3o. A esquema seguinte identifica alguns t\u00f3picos poss\u00edveis relacionados com este assunto.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Comunica\u00e7\u00e3o interpessoal<\/strong>\n<ul>\n<li>sistemas de comunica\u00e7\u00e3o com e sem ajuda<\/li>\n<li>dispositivos de baixa tecnologia, tais como quadros de comunica\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>quadros de comunica\u00e7\u00e3o din\u00e2micos, alta tecnologia<\/li>\n<li>sa\u00edda de voz: fala gravada e fala sintetizada<\/li>\n<li>t\u00e9cnicas de selec\u00e7\u00e3o:\n<ol>\n<li>directa,<\/li>\n<li>varrimento,<\/li>\n<li>codificada<\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<li>t\u00e9cnicas de aumento de velocidade de comunica\u00e7\u00e3o e de predi\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>t\u00e9cnicas de leitura e de escrita<\/li>\n<li>pr\u00f3teses auditivas<\/li>\n<li>amplificadores de voz<\/li>\n<li>auxiliares \u00f3pticos<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Acesso a computador\/interfaces do utilizador<\/strong>\n<ul>\n<li>interfaces de controlo (man\u00edpulos, joystick, track ball)<\/li>\n<li>teclados alternativos (expandidos, reduzidos)<\/li>\n<li>teclados e emuladores de teclados<\/li>\n<li>ratos e emuladores de rato<\/li>\n<li>\u00e9crans t\u00e1cteis<\/li>\n<li>ponteiros de cabe\u00e7a e de boca<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Telecomunica\u00e7\u00f5es<\/strong>\n<ul>\n<li>r\u00e1dios, telefones (port\u00e1til, texto, v\u00eddeo), beepers<\/li>\n<li>sistemas de e-mail<\/li>\n<li>Internet e WWW<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Leitura\/Escrita<\/strong>\n<ul>\n<li>livros adaptados (com s\u00edmbolos gr\u00e1ficos, em CD ou em cassete)<\/li>\n<li>computadores com leitores de \u00e9cran e fala sintetizada<\/li>\n<li>dispositivos com sa\u00edda em Braille<\/li>\n<li>software espec\u00edfico<\/li>\n<li>dispositivos de amplifica\u00e7\u00e3o \u00f3ptica<\/li>\n<li>m\u00e1quinas de leitura por reconhecimento de caracteres<\/li>\n<li>displays t\u00e1cteis<\/li>\n<li>m\u00e1quinas e impressoras Braille<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Manipula\u00e7\u00e3o <\/strong><\/h4>\n<p>Manipula\u00e7\u00e3o \u00e9 a capacidade de um indiv\u00edduo em controlar o ambiente f\u00edsico \u00e0 sua volta, com o objectivo de executar uma actividade. Tamb\u00e9m se refere \u00e0 habilidade para regular mecanismos de controle, usando qualquer tipo de ferramenta, independentemente da parte do corpo utilizada para esse fim .<\/p>\n<p>A manipula\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos resultados das actividades executadas pelas pessoas com defici\u00eancia. Os mesmos autores tamb\u00e9m chamam a aten\u00e7\u00e3o, para o facto de que, a um n\u00edvel muito b\u00e1sico, a manipula\u00e7\u00e3o refere-se muitas vezes \u00e0quelas actividades, normalmente alcan\u00e7adas atrav\u00e9s do uso dos membros superiores, especialmente dos dedos e das m\u00e3os. A manipula\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada como o objectivo final das ac\u00e7\u00f5es de um indiv\u00edduo, independentemente da maneira como \u00e9 conseguida. A esquema seguinte apresenta alguns t\u00f3picos poss\u00edveis, que se relacionam com este tema.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Controlo de ambiente<\/strong>\n<ul>\n<li>unidades de controlo de ambiente (UCA)<\/li>\n<li>interfaces de controlo do utilizador (reconhecimento de voz, ultra-som, man\u00edpulos)<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Actividades da vida di\u00e1ria<\/strong>\n<ul>\n<li>cuidados pessoais (higiene; incontin\u00eancia; sexualidade; vestu\u00e1rio)<\/li>\n<li>trabalhos de casa (cozinhar; limpar)<\/li>\n<li>seguran\u00e7a, dispositivos de alarme e de sinaliza\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Rob\u00f3tica<\/strong>\n<ul>\n<li>manipuladores e bra\u00e7os de controle<\/li>\n<li>robots para actividades de escrit\u00f3rio<\/li>\n<li>virador de p\u00e1ginas<\/li>\n<li>robots de alimenta\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Pr\u00f3teses e ort\u00f3teses<\/strong>\n<ul>\n<li>ort\u00f3teses do membro superior<\/li>\n<li>pr\u00f3teses do membro superior<\/li>\n<li>estimula\u00e7\u00e3o electro-funcional do membro superior<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Recreio e desporto<\/strong>\n<ul>\n<li>ajudas para jogos, gin\u00e1stica, desporto, fotografia, ca\u00e7ar e pescar<\/li>\n<li>brinquedos adaptados<\/li>\n<li>instrumentos musicais<\/li>\n<li>ferramentas para trabalhos manuais, desporto e lazer<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h4><\/h4>\n<h4><strong>Mobilidade <\/strong><\/h4>\n<p>A mobilidade \u00e9 a capacidade de um individuo em executar distintas actividades, associadas \u00e0 sua desloca\u00e7\u00e3o dentro do ambiente em que se insere. A mobilidade \u00e9 fundamental \u00e0 qualidade de vida de cada indiv\u00edduo, e \u00e9 necess\u00e1ria \u00e0 actua\u00e7\u00e3o em \u00e1reas funcionais, tais como, cuidados pessoais, trabalho ou escola, assim como o brincar e o divertir.. As limita\u00e7\u00f5es da mobilidade funcional (tal como na comunica\u00e7\u00e3o) podem ser ultrapassadas ou diminu\u00eddas pelo uso das Tecnologias de Apoio Na esquema seguinte est\u00e3o identificados alguns dos poss\u00edveis t\u00f3picos relacionados com este tema da mobilidade.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Mobilidade manual<\/strong>\n<ul>\n<li>cadeiras de rodas manuais<\/li>\n<li>bengalas, canadianas, andarilhos<\/li>\n<li>bicicletas e triciclos<\/li>\n<li>cadeiras de transporte<\/li>\n<li>elevadores manuais e ajudas de transfer\u00eancia<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Mobilidade el\u00e9ctrica<\/strong>\n<ul>\n<li>cadeiras de rodas el\u00e9ctricas<\/li>\n<li>ajudas el\u00e9ctricas de transfer\u00eancia<\/li>\n<li>interfaces de controlo para cadeira de rodas<\/li>\n<li>bra\u00e7os de robot para cadeira de rodas<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Acessibilidade<\/strong>\n<ul>\n<li>ajudas para acessibilidade interior e exterior<\/li>\n<li>adapta\u00e7\u00f5es de casas<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Transportes privados<\/strong>\n<ul>\n<li>controles especiais para condu\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>assentos especiais<\/li>\n<li>rampas e plataformas<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Transportes p\u00fablicos<\/strong>\n<ul>\n<li>adapta\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos p\u00fablicos<\/li>\n<li>rampas e plataformas<\/li>\n<li>elevadores<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Pr\u00f3teses e ort\u00f3teses<\/strong>\n<ul>\n<li>ort\u00f3teses do membro inferior<\/li>\n<li>pr\u00f3teses do membro inferior<\/li>\n<li>cal\u00e7ado ortop\u00e9dico<\/li>\n<li>estimula\u00e7\u00e3o electro-funcional<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Posicionamento<\/strong>\n<ul>\n<li>dispositivos de controlo postural<\/li>\n<li>componentes dos sistemas de posicionamento<\/li>\n<li>almofadas anti-escaras<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A classifica\u00e7\u00e3o HEART, cujo acr\u00f3nimo significa Horizontal European Activities in Rehabilitation Technology, surgiu no \u00e2mbito do programa europeu Technology Initiative for Disabled and Elderly People que tinha como pressuposto analisar o conhecimento dos profissionais acerca da utiliza\u00e7\u00e3o dos produtos de apoio. Segundo esta perspetiva, os PA t\u00eam em considera\u00e7\u00e3o tr\u00eas \u00e1reas, a saber: as componentes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-440","page","type-page","status-publish","hentry","post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/440","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=440"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/440\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2720,"href":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/440\/revisions\/2720"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/naid.ese.ipp.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=440"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}